Catarata

Catarata consiste na opacificação do cristalino. O cristalino é uma lente localizada atrás da pupila nos olhos e atua focalizando os raios de luz sobre a retina. Nas pessoas jovens, o cristalino é elástico e muda de forma rapidamente, permitindo que os olhos focalizem tanto objetos próximos quanto distantes. Ao atingir a meia idade, alterações nas proteínas do cristalino causam seu endurecimento, resultando em uma doença chamada presbiopia (ou “vista cansada”).
Além disso, o envelhecimento e outros fatores podem fazer com que as proteínas formem grumos e áreas opacas no cristalino – é a catarata. Isto é particularmente comum nos diabéticos e nas pessoas em tratamento com corticosteróides.
Dependendo da sua densidade e em qual camada do cristalino estão localizadas, as cataratas podem bloquear a passagem da luz pelo cristalino e interferir com a formação de imagens na retina, embaçando a visão.  As cataratas são irreversíveis, mas podem ser tratadas cirurgicamente.
O que sente uma pessoa com Catarata?
Os principais sintomas são embaçamento da visão e/ou visão dupla. Um dos sinais do desenvolvimento de catarata é a necessidade frequente de alterações no grau dos óculos. Algumas pessoas relatam que as imagens se tornaram “amareladas”. A sensibilidade à luz pode ser comprometida de tal forma que se torna impossível dirigir à noite. Nos casos avançados, a pupila, que normalmente é escura, se torna esbranquiçada ou amarelada. Uma vez que estes mesmos sintomas podem ser causados por outras doenças dos olhos, deve-se procurar sempre um Oftalmologista.
Quais são os principais fatores de risco para a Catarata?
  1. Idade e sexo: cerca de 40% das pessoas entre 55 e 64 anos apresentam áreas opacas no cristalino, mas apenas 5% apresentam realmente catarata (na faixa etária de 65 a 74, os valores correspondem a 70% e 18%, respectivamente). Praticamente qualquer pessoa com mais de 80 anos de idade apresenta um certo grau de catarata. As mulheres possuem uma incidência um pouco maior, principalmente aquelas que menstruaram mais tardiamente. A catarata é rara nas crianças (1 caso a cada 10.000 nascimentos), sendo de origem infecciosa ou genética.

Com cuidados certos, é possível controlar a dermatite atópica

No começo ela parece uma coceira simples e sem importância. Depois viram feridas, que com o tempo crescem e se espalham pelo corpo. Foi assim que a aposentada Luzia Pereira viu os sintomas evoluírem em seu filho Alan Mortoni, hoje com 22 anos. Os primeiros sinais da doença apareceram quando ele ainda era bebê. “Começou com pequenas feridas nas dobrinhas do corpo. No braço, atrás dos joelhos. Mas hoje em dia ele tem no corpo todo”. O estudante de Ciências de Computação é mais um dos tantos jovens que sofrem de dermatite atópica.

A doença crônica se trata de uma manifestação de origem alérgica, na maioria dos casos, que causam inflamação na pele. Segundo o dermatologista Erasmo Tokarski, as atopias são manifestações alérgicas. “Os exemplos mais conhecidos são rinite, bronquite e asma. A dermatite atópica faz parte destas atopias, ela pode se manifestar sozinha ou em associação com outras destas doenças, o que é o mais comum”.

Existem diversos tipos de dermatite, entre eles a de contato, infecciosa e a atópica. No primeiro caso a inflamação se manifesta por alergia a algum produto em contato com a pele como cosméticos, metais, borracha, cimento e outras substâncias irritativas ou alérgicas. No caso da dermatite infecciosa, a irritação ocorre por agente infeccioso como bactérias, vírus, fungos ou vermes. A forma atópica é causada por fatores genéticos.

“É um fator familiar. Geralmente o paciente atópico herdou a doença de alguém da família. Quando os pais têm a doença, a chance da criança nascer com dermatite é muito maior. É uma espécie de ‘defeitinho’ de fábrica” esclarece Tokarski. Os principais sintomas da dermatite são vermelhidão, pele ressecada, descamativa e lesões com prurido.

A alergista Marta Guidacci explica que a doença é característica da infância, dando seus primeiros sinais ainda nos cinco primeiros meses de vida em 85% dos pacientes. Apenas 2% de novos casos aparecem em pessoas com mais de 45 anos. A especialista afirma que geralmente os sintomas da doença diminuem na fase adulta, mas pode evoluir com piora se houver exposição a fatores desencadeantes ou irritantes.

É o que acontece com Alan. A mãe relembra com pesar as dificuldades enfrentadas pelo jovem: “Ele não tem qualidade de vida. Já fez uso de vários tipos de medicamentos. Melhora, mas logo depois tem crises novamente. Ele é alérgico a produtos químicos. E como funciona um salão de beleza aqui ao lado da minha casa, que utiliza diversos destes produtos, eles acabam desencadeando a piora dos sintomas”, lamenta. O estudante, além de dermatite, tem rinite e conjuntivite alérgica.

Ao demonstrar tristeza pela condição do filho, ela conta que na última crise alérgica as inflamações o deixaram com dificuldade até de se locomover. Mas nem tudo é pessimismo, ela se diz esperançosa com o tratamento atual de Alan. “Eu já procurei todos os [tipos de] médicos, que receitaram pomadas e corticóides. Mas agora ele utiliza vacinas. É um tratamento longo, mas acredito que desta vez dê certo. Ele já sofreu muito com essa doença”, conclui.

Segundo Guidacci, para diagnosticar a dermatite são levados em consideração a história clínica do paciente e exames físicos como teste cutâneos e exames de alergia no sangue. Para medir a reação da pele, substâncias reagentes (veja foto) para cada tipo de alergia são colocadas em contato com o paciente. Estes resultados é que vão auxiliar o alergista no diagnóstico definitivo. Como se trata de uma doença crônica, Marta alerta que os tratamentos iniciais são sintomáticos, ou seja, visando o controle dos fatores desencadeantes.

“O que desencadeia as crises podem ser fatores alérgenos ambientais como ácaros, alérgenos alimentares, fatores irritativos (suor, sabão, sabonete). Geralmente as crises podem ser controladas com hidratação da pele, medicamentos orais e tópicos como cremes e pomadas. Dependendo do fator desencadeante e do nível da doença, a vacina pode ser indicada para curar a própria alergia”.

Para ajudar a amenizar os sintomas, Tokarski também dá dicas: “As pessoas atópicas devem evitar banhos quentes, para não ressecar muito a pele. Se hidratar bem usando cremes e ingerindo bastante líquidos. Devem também evitar derivados do leite, já que a lactose costuma gerar alergias aos pacientes” finaliza o profissional.

Na internet, além de grupos de discussão sobre o assunto, existe até um site da Associação de Apoio à Dermatite Atópica (http://www.aada.org.br/). Nele há bastante informação, links sobre o tema, depoimentos e até os endereços da entidade em oito cidades brasileiras. Desta forma, pacientes e familiares descobrem que com informação e correto atendimento de profissionais é possível conviver com a doença.

Idosos precisam de exercicios para perder peso

A quantidade de pessoas idosas está crescendo a cada ano e a saúde deles depende de como viveram na juventude. Quem sempre se preocupou em fazer exercícios terá uma vida melhor quando idoso. Mas quem já é idoso e nunca fez exercícios pode iniciar a qualquer tempo, basta ir ao médico e começar com um plano de acordo com a idade e a condição física.

Para o idoso que precisa perder peso só conseguirá se fizer exercícios com regularidade.Um estudo publicado no final de março deste ano no New England Journal of Medicine acompanhou, durante um ano, 107 adultos obesos com mais de 65 anos e constatou que aqueles que aliaram exercícios físicos e boa alimentação foram os que mais perderam peso, ganharam mais qualidade de vida e saúde. Quem fez apenas exercícios saiu na frente daqueles que só reduziram a alimentação.

A pesquisa inglesa verificou, na teoria, o que a comunidade médica já aplicava em seus consultórios: mudar o padrão de gordo para magro exige o esforço de reeducar a própria alimentação e mexer o esqueleto.

Exercícios ajudam a reverter os sintomas da síndrome metabólica (pressão arterial, HDL e colesterol). Mas não adianta apenas sair do sedentarismo e não modificar os hábitos alimentares. Se você come tudo o que quer e faz exercícios físicos, pode engordar ainda mais.

Os mais velhos têm um agravante, já que o metabolismo desacelera com o passar dos anos, propiciando o acúmulo de peso. Além disso, há perda de músculos, os maiores responsáveis por queima de gorduras e de açúcares. Desse processo biológico, salvam-se apenas os que cultivaram o hábito de se exercitar.

10 Dicas para reduzir a pressão sanguinea

maioria das pessoas têm pressão alta e nem sabe. Só fica sabendo quando surge algum problema mais grave. A melhor opção para evitar esse mal é ir ao médico para saber como vai a pressão sanguínea e o que fazer. Li no site Terra uma lista com 10 dicas para reduzir a pressão alta. As dicas são para diminuir a pressão sanguínea, mas sua prática pode melhorar a vida e a saúde geral, pois todo o organismo irá melhorar com sua prática.

Uma ilusão que as pessoas têm é a de que é possível reduzir a pressão somente com medicamentos. Eu tenho colegas que tomam remédios e não fazem nenhum exercício ou outra medida, dizem que o remédio é suficiente. Meu médico me disse que os remédios para pressão podem causar, como efeito colateral, problemas nos rins. Por isso o uso de medicação deve ser evitado e só usado em casos mais graves. O melhor é seguir as dicas abaixo, diminui a pressão e melhora a qualidade de vida.

1 - Exercite-se: a pressão sanguínea pode ser reduzida consideravelmente entre as pessoas que seguem a regra dos 30 minutos de exercícios diários, na maior parte dos dias. Escolha algo que te traz, além de saúde, prazer. Atividades aeróbicas como caminhadas, corridas, natação ou bike são algumas das opções.

2 - Coma bananas: a maioria das pessoas não come a quantidade de potássio necessária e os médicos avisam: este é um mineral que contribui muito para o controle da pressão arterial. Adultos devem ingerir pelo menos 4.700 miligramas por dia. Além da banana, outras fontes de potássio são batata cozida com casca, suco de laranja e iogurte desnatado.

3 - Corte o sal: alimentos processados são carregados de sal, o vilão número um da hipertensão. Verifique a quantidade de sódio nos rótulos dos produtos e, de preferência, opte por alimentos integrais.

4 - Não fume: embora o tabagismo em si não esteja diretamente associado à hipertensão crônica, fatores a ele associados contribuem para este quadro. Beber e não praticar exercícios, por exemplo, são alguns deles. Portanto, eliminar o ato de fumar da sua vida contribuirá para a saúde de um modo geral.

5 - Perca peso: o sobrepeso faz o seu coração trabalhar mais. Perder alguns quilinhos pode aliviar a carga cardiovascular e isso faz com que a pressão arterial volte aos seus níveis normais.

6 - Reduza o álcool: embora a ingestão diária moderada de álcool esteja associada à benefícios à saúde - uma dose para mulheres e duas para homens - o consumo exagerado pode aumentar a pressão. Por isso, é recomendável que seu drinque seja acompanhado de uma refeição, que pode atenuar estes efeitos.

7 - Diminua o estresse: não existem pesquisas que apontem formas das pessoas reduzirem o estresse, mas já é comprovado que ele eleva os níveis de pressão arterial. Por isso, os hipertensos devem procurar atividades que os ajudem a aliviar as tensões diárias.

8 - Yoga: um estudo recente feito em Nova Deli comprovou que a prática de yoga ajuda a reduzir a pressão arterial, provavelmente porque seus efeitos auxiliam o sistema nervoso, a digestão e a frequência cardíaca. Mas para os adeptos, um aviso: a yoga não deve ser substituída por exercícios aeróbicos, pois ambos trazem benefícios diferentes.

9 - Reduza o cafezinho: embora apresente vários benefícios pra saúde, os especialistas recomendam que a dose diária seja reduzida a duas xícaras, mesmo para quem não é hipertenso. Para verificar se o seu organismo é sensível à cafeína, cheque sua pressão antes e meia hora depois de ingerir. Se ela aumentar entre cinco e dez pontos, isso pode ser um sinal.

10 - Medite: a meditação pode ser uma maneira eficiente de combater o estresse e, por consequência, a hipertensão. Isso porque a prática envolve respiração e visualização e, com isso, pode auxiliar algumas pessoas a se sentirem melhor depois dos exercícios.


Adoçantes dietéticos – diferenças

Os adoçantes dietéticos  são produtos especialmente desenvolvidos para serem incluídos na alimentação de pessoas portadoras de diabetes e também aquelas que estão acima do peso. Seu principal objetivo é dar aos alimentos a doçura igual ao proporcionado pelo açúcar de cana.
Podemos dividir os adoçantes dietéticos em dois grupos:
  • Calóricos: possuem um poder adoçante maior que o do convencional, sendo assim pequenas quantidades já exercem o efeito desejado na hora de adoçar os alimentos, portanto o valor calórico também diminuirá.
  • Não calóricos: estes possuem zero caloria e são os mais recomendados para quem está fazendo dieta ou acima do peso.
Sempre que comprar produtos procure verificar os rótulos das embalagens e certificar a quantidade das substancias e as calorias. Fique atento!

Benefícios do Tomate – Um fruto rico em nutrientes

O tomate  é considerado um fruto rico em nutrientes e vitaminas, fácil de encontrar nos supermercados e com baixo custo, todos podem incluí-lo facilmente na dieta alimentar.
Além de ser rico em nutrientes, sua variedade nas opções de preparo dá ao tomate um aspecto nobre e popular ao mesmo tempo, o que irá diferenciar será o modo de preparo e os acompanhamentos.
O licopeno é considerado o nutriente mais importante, pois possui propriedades antioxidantes que atuam diretamente no envelhecimento precoce e até mesmo na prevenção de alguns tipos de câncer.
Existem pesquisas que apontam o tomate como forte combatente contra os tumores de mama, bexiga, útero e próstata. A melhor maneira de se obter os benefícios do tomate é consumindo o fruto o mais natural possível, os sucos são uma ótima sugestão, ou então, aquecido em alta temperatura auxiliando a absorção pelo organismo e aumentando o seu valor nutritivo.

Pholiamagra, a planta do emagrecimento

Entre muitas plantas indicadas para o emagrecimento há uma que tem o nome bastante sugestivo, a Pholiamagra. É uma erva bastante conhecida no Brasil da Família Botânica Boraginaceae. Planta nativa do Brasil, encontrado nos estados de Minas Gerais, Bahia, Acre e Goiás.

Esta planta de acordo com estudos e trabalhos publicados, bem como sua centenária utilização tradicional, indica possuir ação diurética, ação redutora de depósitos de celulite por ser estimulante da circulação, ação cardiotônica e ação energética. O extrato etanólico das folhas reduz a replicação do vírus Herpes Tipo I.

O efeito emagrecedor da Pholiamagra pode ser devido a uma atividade inibidora atuante no sistema nervoso central, por isso esta planta age como supressora do apetite, ela contribui para uma maior queima de gorduras localizadas principalmente do abdômen, além de atuar também como estimulante do sistema imunológico. Pode ser usada para evitar o depósito de gorduras na parede das artérias coronarianas diminuindo os riscos de problemas cardíacos relacionados com o sobrepeso.

A Pholiamagra é também conhecida como erva “anti-barriga”, contudo totalmente natural. Nos EUA e na Europa ela já ganhou fama com a promessa de secar a barriga. Esta erva tem ajudado muitas pessoas a obter resultados de forma natural e sem efeitos colaterais que ainda não foram constatados.

Devido sua alta concentração, apresenta o dobro dos principais constituintes ativos como a cafeína e o ácido alantóico. As altas concentrações de cafeína natural que é uma substância termogênica, estimulante do sistema nervoso central e também por ser levemente diurética, podem auxiliar na eliminação do excesso de líquido e também reduzir a concentração de gorduras. Além da cafeína apresenta quantidade significativas de potássio, que auxilia na compensação da perda de minerais relacionada com a ação diurética da Pholiamagra. A presença da alantoína e do ácido alantóico pode agir na redução da celulite e da gordura localizada.

A Pholiamagra pode ser usada na forma de cápsulas encomendadas em farmácias de manipulação para os seguintes objetivos:

• Em dietas para a perda de peso e redutor do excesso de gorduras localizadas;

• Tratamento da retenção de líquidos;

• Energizante e Cardiotônico;

• Antiviral.

Alerto que o texto acima tem caráter informativo e que o consumo de medicamentos, mesmo os ditos naturais, deve ser feito com o conhecimento do seu médico, que saberá indicar a dosagem correta e se é aplicável ao seu caso.